Quem muda de país não troca de vida inteira: continua resolvendo coisa daqui e coisa de lá. O BemGlobal reúne as duas vitrines numa conta só — o parceiro na sua cidade no exterior e o parceiro no Brasil que atende quem está longe.
O país de residência define a moeda da assinatura e quais parceiros aparecem primeiro. Você continua vendo a rede brasileira inteira, em qualquer caso.
Informe o mesmo e-mail ou o CPF e a assinatura internacional entra como um novo vínculo na conta que você já tem. Você mantém o histórico e o saldo de Carteira Bem em reais, e passa a ver as duas vitrines.
Se você já assina o BemBrasil, use o mesmo login: o vínculo internacional aparece como um perfil adicional na mesma conta.
O assinante internacional vê os parceiros do país onde está e os parceiros brasileiros que atendem quem mora fora. Use os filtros para alternar — e nada fica escondido: a rede inteira está sempre acessível.
Mercado brasileiro em Lisboa, clínica em português em Miami, curso de idioma para recém-chegado. O parceiro é local, cobra na moeda local e a comissão é repassada por transferência internacional, com o custo previsto em contrato.
Contabilidade da empresa que ficou, advogado para inventário, reforma no imóvel alugado, presente para a mãe. O parceiro é brasileiro, cobra em real, e quem paga pode ser a pessoa de fora ou o familiar aqui.
Na viagem de dezembro, a mesma conta funciona na vitrine nacional, com busca por proximidade pelo CEP do lugar onde a pessoa está hospedada. É o caso mais simples e o mais esquecido no desenho.
Credenciar parceiro no exterior é mais difícil do que credenciar no Brasil, por três motivos: não há CNPJ para conferir situação cadastral, o repasse de comissão depende de transferência internacional com custo e prazo maiores, e a cobrança de comissão autodeclarada fica ainda mais difícil de auditar à distância. Por isso a entrada recomendada é pela demanda que já existe — parceiro brasileiro atendendo quem está fora — antes de abrir credenciamento internacional em escala.
O site e a interface funcionam em português, inglês e espanhol. Os contratos, termos e regulamentos permanecem redigidos em português como versão oficial, com tradução de cortesia nos outros dois idiomas e cláusula expressa de prevalência da versão portuguesa. Oferecer documento jurídico traduzido como versão autônoma exigiria revisão por advogado habilitado em cada jurisdição, e criaria risco de divergência entre versões no momento em que mais importa.