A empresa contrata, o colaborador ativa, e cada pessoa entra com uma conta própria vinculada à empregadora. Não há custo de implantação, não há desconto em folha neste produto e o painel que o RH recebe é sempre agregado.
Os dados cadastrais vão para o contrato e para a nota fiscal. O número de colaboradores define a faixa de preço e pode ser ajustado depois, a cada ciclo de faturamento.
Para conferir quem pode ativar, a plataforma precisa de nome e CPF dos colaboradores. Esse envio é um compartilhamento de dados pessoais entre empresa e plataforma, com finalidade declarada em contrato: conferência de elegibilidade e nada mais. Não pedimos salário, cargo, dado de dependente nem informação de saúde — se o arquivo vier com essas colunas, elas são descartadas na importação, e isso fica registrado.
O acesso de administrador exige verificação em duas etapas, sempre, em qualquer aparelho. É o perfil que pode ativar e desativar vínculo de pessoas.
O login é o mesmo da Conta Bem. Se a sua conta tiver mais de um vínculo — por exemplo, você é RH e também colaboradora que usa o benefício — o sistema pergunta com qual perfil você quer entrar, e os ambientes continuam separados.
Credenciar a empresa não cria conta para ninguém. Cada colaborador cria a própria Conta Bem e a vincula à empregadora — o que preserva o consentimento, mantém o histórico com a pessoa e impede que o RH entre na conta dela.
O RH divulga um código no comunicado interno. O colaborador informa o código, o CPF e cria a senha. É o caminho mais simples e o que menos depende de arquivo.
O RH envia convites por e-mail a partir da lista de elegíveis. Cada link é pessoal, de uso único e expira em sete dias. Bom para quadro pequeno e para quem quer medir adesão por área.
O colaborador se cadastra sozinho e a plataforma confere o CPF na lista enviada pela empresa. Quem não está na lista fica em espera, e o RH decide. Indicado para quadro grande e rotativo.
Uma restrição que mora apenas no software pode ser contornada por um pedido insistente ao suporte. Escrita no contrato que a empresa assinou, ela passa a ser obrigação das duas partes: o RH não pode pedir, e a plataforma não pode entregar. É o que protege o colaborador e, na prática, também protege a empresa, que deixa de ter em mãos um dado sensível que não precisa ter.
Números de exemplo de uma empresa com 184 elegíveis, no quarto mês de operação. Tudo agregado: não existe nesta tela nenhum caminho que leve ao consumo de uma pessoa.
Adesão abaixo de 60% em uma unidade costuma significar que o comunicado não chegou ao turno da noite, não que as pessoas recusaram.
Saúde e bem-estar não aparece nesta lista por decisão de arquitetura: a categoria é suprimida de todo relatório entregue a terceiro, inclusive do percentual, porque o percentual de um grupo pequeno também informa.
A renovação não se decide pela economia agregada: decide-se pela taxa de adesão. Uma empresa que paga o mínimo da faixa e tem 30% de adesão conclui, com razão, que o benefício não funcionou — mesmo que para as pessoas que ativaram ele tenha funcionado muito bem. É por isso que o plano de comunicação está no contrato e por isso que este número aparece em primeiro lugar no painel.